Era noite. Corujas nas árvores, morcegos a voarem. Um sonho ou um pesadelo? Independentemente dos animais deveria ser um sonho, pesadelo seria se o meu anjo não viesse, ou se viesse outra pessoa em seu lugar. O que eu não queria. Eu queria o meu anjo!
- Oi... Estou aqui. – alguém me chamou –
- Oi? É você anjo? – perguntei contente –
- Sim. Sou eu, Chris. Como vai? – perguntou ele –
- Não estou muito bem. Você não veio me visitar ontem... Senti sua falta.
- Eu sei que sentiu, mas eu não pude. Tive alguns imprevistos. Mas estou aqui... Não te abandonei e nunca irei te abandonar.
Aquela frase me tranqüilizou, era bom saber que eu poderia vê-lo todos os dias, mesmo quando eu expulsei-o dos meus sonhos, ele ainda veio para me visitar novamente. De certo ele deve ser um anjo do bem, pois se fosse do mal não voltaria – ou não –
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